caramujo africano

O CARAMUJO AFRICANO – Como combater a praga

O Caramujo Africano chegou ilegalmente em nosso país na década de 80, no Paraná, para substituir o escargot. A iguaria não foi bem aceita entre os consumidores, e acabou proibida pelo IBAMA, fazendo com que muitos donos de criadouros, displicentemente, liberassem seus representantes na natureza. Sem predadores naturais, esse caramujo se adaptou a diversos ambientes, sendo hoje encontrado em 23 estados. Em um ano, um caramujo é capaz de gerar 300 crias. Além de destruírem lavouras e plantas nativas, alimentando-se vorazmente de qualquer tipo de vegetação e inclusive de outros caramujos, tais animais são hospedeiros de duas espécies de vermes capazes de provocar infecção intestinal e meningite em humanos. Quando se encontra um caramujo deve-se recolher o animal, protegendo as mãos com uma luva descartável ou um saco plástico, colocá-lo em uma sacola ou recipiente e levá-lo até um posto de saúde mais próximo. Dali os moluscos são encaminhados a um aterro, onde são triturados e depois jogados em uma vala séptica. Os moradores não devem depositar o caramujo no lixo caseiro, pois há risco de contaminação.

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