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Poesia

Veneno no Olhar

Constantine Ela passa como quem sabe o estrago,veneno nos olhos, cigarro na mão,não tem mais traço nenhum de domingo,virou tempestade em forma de tentação. O tempo...

No século do brilho fácil

Cons♱an♱ine No século do brilho fácil e da vitrine acesa,o homem mede a alma pelo peso da carteira.Trocam afetos por cifras,silêncios por contratos,e o amor,...

Escopo

Hang Ferrero escopo no íntimo deste peito quebradiço e escancarado por poemas natimortos, é sempre qualquer noite mal resolvida, quase sempre e quase nunca, e é sempre culpa qualquer noite, e...

Artemis II(Espaço Sideral)

“Nilson Weber” Ao entorno da terrao espaço profundo sustentaa profusão dos astros.A noite é infinita. Quanto mais longese vai maior se tornanossa insignificância. Cartórios não registramescrituras de...

Amor e Amar

Mara Graf Amar é carregar o mundo nas costas sem sentir o peso, porque os olhos aprendem a ver além. É ser eu, inteiro, e ainda assim me partir...

O RELOJOEIRO

Nilson Weber (para Antônio Emílio) Vi, quando Antônio, o relojoeiro Abriu o corpo do meu relógio de pulso quebrado e pôs uma luz na testa para melhor verificar por...